Com toda essa onda de 3D isso, 3D aquilo, estereoscópico, digital, entre outros, a Nintendo foi rápida e anunciou seu novo console portátil a vir: o Nintendo 3DS. Isso mesmo, será um portátil que terá projeção 3D em seus jogos. Mas como isso vai funcionar realmente? Irá a Nintendo novamente revolucionar em termos de jogabilidade? Talvez sim.
De acordo com o pessoal da empresa japonesa, o aparelho exibirá imagens em 3D “real”, tendo um feeling de profundidade, sem precisar usar aqueles óculos grandes e desconfortáveis do cinema para ter esta mesma sensação. O novo portátil promete ser compatível com os jogos do DS e do DSi, mas a grande pergunta ainda paira no ar: o 3DS “transformará” automaticamente os jogos antigos em 3D? Ainda não se sabe ao certo, mas torcemos para que sim.
Outra novidade que a Nintendo promete com este novo 3DS é um rumble que permitirá que se tenha um controle em movimentos 3D, ou seja, um botão que fará o direcional na tela e ainda por cima, vibrará de acordo com os movimentos feitos dentro do jogo. Algumas especulações sobre a tela em 3D indicam o uso de uma espécie de tela, em que imagens diversas sejam projetadas para cada um dos olhos do jogador, dando uma sensação de profundidade entre os planos do jogo, permitindo então um “salto” do cenário e personagens presentes na tela.
A estratégia da Nintendo com esse alarde para a provável E3 do ano que vem é simplesmente sair na frente, ser uma pioneira. Sabemos que não poderemos esperar jogos muito hardcores para esta plataforma, mas podemos ter a certeza de que a Nintendo tratará de criar jogos de respeito para a mesma, fazendo com que a Sony tenha de correr atrás para conseguir alcançar o número de vendas que todo este burburinho está especulando que exista. Basta saber agora se vale mais a pena ser a pioneira em tudo, ou se vale mais a pena ter mais usuários e títulos mais expressivos. A escolha é das grandes empresas. Nós, afortunados com isso tudo, bastemos esperar.

Hoje trago uma entrevista com David de Oliveira Lemes, ou “Dolemes”, professor da PUC-SP e criador do blog GameReporter. Ele vem trazendo dicas para uma pessoa que quer seguir a carreira para a área de designer e também criação interfaces. Segue na íntegra:







